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  • FDI faz um apelo para a inclusão da Saúde Oral nas políticas de Saúde Mundiais

    FDI faz um apelo para a inclusão da Saúde Oral nas políticas de Saúde Mundiais

    A FDI (World Dental Federation) na Assembléia Mundial da Saúde, faz um apelo para a inclusão da Saúde Oral nas políticas de Saúde Mundiais

    A 70ª Assembléia Mundial da Saúde teve lugar em Genebra, Suíça, de 22 a 31 de maio de 2017, o discurso de abertura foi proferido pela Dra. Margaret Chan, Diretora Geral da Organização Mundial de Saúde (OMS).

    Dra. Margaret Chan, Diretora Geral da Organização Mundial de Saúde (OMS)

    O FDI esteve presente para abordar a Assembléia Mundial da Saúde com três questões de políticas fundamentais:

    — Resistência antimicrobiana (AMR)

    — Doenças não transmissíveis (DNTs)

    — Agenda para o desenvolvimento sustentável.

    Ponto 12.2 da Agenda:  Resistência Antimicrobiana

    O FDI instou todos os governos a realizarem consultas com as Associações Nacionais de Medicina Dentária, quando desenvolverem seus planos de ação nacionais da Resistência Antimicrobiana. Destacando três atividades principais no campo da Resistência Antimicrobiana ao longo do ano, o FDI abordou sua colaboração com as associações membros após uma pesquisa realizada sobre a existência de diretrizes a nível nacional sobre Resistência Antimicrobiana. Atualmente estão a processar a informação recolhida para desenvolver recomendações sobre Resistência Antimicrobiana para os profissionais de Saúde Oral. Em segundo lugar, o FDI mencionou sua participação na consulta de especialistas da OMS sobre educação e força de trabalho para controle da Resistência Antimicrobiana. O FDI está  pronto para unir esforços para melhorar a conscientização e a compreensão da Resistência Antimicrobiana através de uma comunicação, educação e treino eficazes. Em terceiro lugar, o FDI afirmou que um fórum sobre administração antimicrobiana será organizado no World Dental Congress, seguido de um relatório, para aumentar a conscientização sobre assuntos relacionados à saúde oral.

    Ponto 15.1 da Agenda: Preparação para a terceira Reunião de Alto Nível da Assembléia Geral sobre Prevenção e Controle de Doenças Não Transmissíveis (que será realizada em 2018)

    O FDI manifestou sua decepção ao ver que a saúde oral havia desaparecido das rubricas orçamentárias do programa da OMS, 2018-2019. O FDI está preocupado com a mensagem conjunta da ONU e da OMS: por um lado, a Resolução 17 da 60ª Assembléia Mundial da Saúde comunica uma certa ambição a longo prazo para a saúde oral e a Declaração Política da ONU 2011 sobre Dentes reconhece o valor de uma comunidade comum para abordar doenças orais e DNT. Por outro lado, a OMS não atribui qualquer financiamento à saúde oral dentro do próprio orçamento. Por conseguinte, o FDI pediu:

    1) Prevenção de doenças orais no contexto do controle e prevenção de Nadas para estar na agenda e declaração da Assembléia Geral da ONU de 2018 sobre Dentes;

    2) Um Plano Global de Ação de Saúde Oral para fazer parte da iniciativa NCD e ser enquadrado em termos da contribuição da saúde oral para o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (SDG) 3 (relacionado à saúde e ao bem-estar).

    Ponto 16.1 da Agenda: Progresso na implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável

    O FDI apontou a ausência de Saúde Oral no relatório sobre o progresso na implementação da Agenda de Desenvolvimento Sustentável de 2030 e das Estatísticas de Saúde do Mundo 2017. Isso pode ser atribuído à falta de indicadores para a saúde oral até agora, mas isso será em breve mudado. Após a adoção de uma definição de Saúde Oral na última Assembléia Geral do FDI, começou a desenvolver-se uma ferramenta de medida para monitorar os resultados da Saúde Oral. Os resultados serão compartilhados com a OMS quando estiverem disponíveis, e encontrar-se-á uma maneira de integrar a Saúde Oral na Agenda 2030 e no seu Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (SDG) relacionados.

     

    A  Assembléia Mundial da Saúde

    A Assembléia Mundial da Saúde é o órgão supremo de tomada de decisão da OMS. Participaram cerca de 3.500 delegados dos Estados membros da OMS para determinar as políticas da organização. Os intervenientes não estatais com a OMS, como o FDI, que contribuem para melhorar a saúde pública também são convidados a falar nas reuniões dos órgãos de governo. O debate deste ano centrou-se em formas de avançar na agenda de 2030, com foco na construção de melhores sistemas para a saúde.

     

    Fonte:  FDI Word Dental Federation

    Artigo original: “FDI World Dental Federation, calls for inclusion of oral health in global health policies at World Health Assembly”

     

     

  • CONTRIBUIÇÃO SINDICAL URBANA – Esclarecimentos

    CONTRIBUIÇÃO SINDICAL URBANA – Esclarecimentos

    Todos os anos são gerados diversas dúvidas sobre o pagamento desse tributo. Procuramos sintetizar as principais dúvidas e buscamos esclarecer com as informações abaixo.

    Se mesmo com essas explicações ainda existir outras dúvidas, entre em contato com o seu sindicato que buscaremos os esclarecimentos devidos.

    Ressaltamos a importância do fortalecimento da nossa entidade de classe. Pague o Boleto e entregue ao setor pessoal dos seus empregos para não terem descontado um dia de trabalho no mês de março/2017.

     

    PERGUNTAS MAIS FREQUENTES SOBRE A OBRIGATORIEDADE DO PAGAMENTO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL

    1) O que é a contribuição sindical urbana?

    – É um tributo estabelecido no art. 8º, inciso IV da Constituição Federal de 1988 e também nos artigos 578 a 591 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), de pagamento obrigatório, recolhido uma vez por ano. Todos que participam de uma determinada categoria econômica ou profissional ou de uma profissão liberal devem pagar independente de filiação a alguma entidade sindical.

    2) Quem deve pagar a contribuição sindical?

    – O art. 579 da CLT estabelece que a contribuição sindical é devida por todos aqueles que participam de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal.

    3) Como é o modelo sindical brasileiro?

    – O modelo sindical é formado pelos sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais que representam os trabalhadores enquanto instituições.

    – Os trabalhadores pertencentes a uma categoria profissional são os contribuintes do imposto sindical, classificados como empregados com vínculo empregatício, trabalhadores autônomos, profissionais liberais, independente da forma de contratação, ou seja, se autônomo ou com vínculo empregatício.

    – Ministério do Trabalho e Emprego – órgão que estabelece as normas de cobrança da Contribuição Sindical Urbana, observando as disposições e é responsável pela concessão do registro sindical.

    4) Como é feita a divisão do valor arrecadado?

    – Sindicato – 60%

    – Federação – 15%

    – Confederação – 5%

    – MTE – 10%

    – Centrais – 10%

    5) Sou profissional liberal autônomo e não estou associado a nenhum sindicato. Estou obrigado ao pagamento da contribuição sindical?

    – Em primeiro lugar, deve-se diferenciar associação de sindicato, registro em conselho de classe e pagamento de contribuição sindical.

    A associação é quando o profissional preenche ficha associativa para usufruir de todos os benefícios de sindicalizado que o sindicato dispõe, pagando, para tanto, uma mensalidade diretamente ao sindicato, sendo ato de vontade do profissional.

    O registro em conselho de classe, por sua vez, gera o pagamento de anuidade e habilita o profissional a exercer sua profissão, pois o conselho é o órgão fiscalizador da habilitação profissional.

    A contribuição sindical, conforme já visto, é aquele devido por todo profissional, independentemente de sua vontade, que esteja no exercício de sua profissão na forma do art. 579 da CLT.

    6) O profissional liberal pode ser assim considerado mesmo tendo vínculo empregatício, caracterizado com as anotações na carteira de trabalho?

    – O profissional liberal exerce seu trabalho tanto de forma autônoma quanto com vínculo empregatício, pois o que o qualifica é o fato de ser possuidor de conhecimentos técnicos adquiridos em curso técnico, graduação ou por força de lei que o reconheça como detentor de tais direitos.

    7) Trabalho para uma empresa privada e o RH solicita o recolhimento da contribuição sindical para o sindicato majoritário (da atividade preponderante da empresa). Para quem devo recolher a contribuição sindical: para o sindicato majoritário ou para o da minha categoria profissional?

     – O art. 585 da CLT concedeu ao profissional liberal o direito de escolha no referente à destinação de sua contribuição sindical. Ele pode recolher a contribuição sindical até o dia 28/02, de cada ano, em guia própria, em favor do sindicato representativo de sua profissão. E, apresentá-la quitada a seu empregador, nos primeiros dias de março, para evitar o desconto de um dia de trabalho. Ou, então, a empresa onde trabalha, anualmente em março, descontará do salário, tendo por base um dia de trabalho e fará o recolhimento para o sindicato representativo da profissão liberal correspondente. Em razão de que, o sindicato é o único representante legal do profissional liberal e detém condições técnicas para especificar piso salarial para a categoria, bem como lutar pelos direitos inerentes à profissão.

    8) Sou servidor público com graduação em determinada área profissional classificada como liberal, a quem devo pagar a contribuição sindical?

    – Lei 8112/90 (Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis da União) foi omissa quanto à obrigatoriedade ou não do pagamento da contribuição sindical pelo servidor público. Assim, o Ministro do Trabalho e Emprego editou a Nota Técnica n° 036/2009, afirmando a necessidade de os servidores públicos pagarem a contribuição sindical pelo fato de serem trabalhadores, independentemente do regime jurídico de contratação. O profissional liberal, com registro no conselho de classe, é vinculado à sua categoria profissional, que por sua vez, vincula-se ao sindicato. Tal fato, independentemente da função, atividade ou cargo exercido pelo profissional, inclusive na condição de servidor público. Note que a vinculação é obrigatória, conforme o enquadramento Sindical e a CLT, enquanto a associação a um determinado sindicato fica ao livre arbítrio de cada um e traz como ônus o pagamento de mensalidade social fixada em assembléia. Observe que a vinculação, por obrigatória, não se sujeita à vontade do profissional e nem à vontade do Sindicato. Esta vinculação confere legitimidade ao Sindicato ao qual o profissional é filiado como único e legal representante da categoria profissional, para cobrar e dar quitação da Contribuição Sindical. O Sindicato fica autorizado a receber a Contribuição Sindical na condição deferida pelo registro do profissional no conselho de classe. Alguns servidores públicos só atingem determinados cargos se forem graduados em determinada profissão liberal e estejam regularmente inscritos em seus órgãos de classe, o que caracteriza não só a função de servidor público, mas também de profissional liberal de acordo com sua capacitação técnica ou por força de lei.

    9) Não estou exercendo minha profissão, assim posso deixar de pagar a contribuição sindical?

    – Se você não estiver exercendo a profissão, mas estiver registrado no conselho de classe, ainda assim é necessário o pagamento da contribuição sindical, uma vez que, teoricamente, o registro no órgão de classe demonstra o exercício da atividade profissional. Agora, caso o trabalhador comprove não exercer a profissão em hipótese alguma, bem como não estar inscrito no conselho de classe, a contribuição sindical não será devida, já que o fato gerador da contribuição sindical é o exercício de atividade laboral.

    10) Sou graduado em mais de uma profissão classificada como de profissionais liberais e as exerço de forma concomitante. A contribuição sindical será devida para qual sindicato?

    – Em conformidade com o Artigo 579 da CLT, a contribuição sindical é devida por todos aqueles que participem de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal, em favor do Sindicato representativo da mesma categoria ou profissão. Assim, se você possui duas profissões, com registro em dois Conselhos, deverá pagar a contribuição duas vezes, uma para cada sindicato e, assim por diante, independendo de quantas titulações superiores detiver e quantas a exerça.

    10) O idoso precisa pagar a Contribuição Sindical?

    – O registro no conselho de classe é o que atesta o exercício da atividade profissional e constitui o fato gerador da contribuição sindical e, sendo idoso, mas estando registrado, deverá pagar o tributo. Porém, se for idoso mas não estiver no exercício da profissão e não registrado no conselho, não será devida a contribuição sindical.

    12) Nunca paguei a Contribuição Sindical. Como faço para recolher o que está em atraso?

    – O profissional em atraso deverá buscar, perante a tesouraria do sindicato do seu Estado, o valor do débito da contribuição sindical acrescido dos demais encargos financeiros elencados no Art. 600 da CLT. É oportuno lembrar que, por se tratar de tributo, a contribuição sindical será devida e os inadimplentes ficam sujeitos à cobrança judicial retroativa aos últimos cinco anos.

    13) Se eu não pagar a Contribuição Sindical, o que pode acontecer?

    – A inadimplência com a contribuição sindical consistirá na suspensão do exercício da profissão, nos termos do Artigo 599 da CLT, sem prejuízo das penalidades financeiras e cobrança judicial. Caso o profissional liberal não esteja em dia com a contribuição sindical, o exercício da atividade profissional ficará comprometido pelo cancelamento do registro profissional para o exercício da profissão. Além disso, é do sindicato representante da categoria a competência para fazer a cobrança e dar a quitação da contribuição sindical, fazer as recobranças e procedimentos extrajudiciais e judiciais.

    14) Sou Profissional liberal e sócio de uma empresa. Pago a contribuição sindical como pessoa jurídica. Preciso pagar, também, como pessoa física?

    – Uma coisa é a contribuição sindical devida pela empresa e outra é a contribuição devida pelo profissional liberal. A contribuição sindical obrigatória para a empresa é devida conforme previsto no Artigo 580, III, CLT, calculada com base no capital social da empresa, sendo destinada aos sindicatos da categoria patronal. Já a contribuição sindical do profissional liberal, pessoa física, é devida conforme Artigo 579, sendo destinada ao sindicato de sua categoria profissional.

    15) Como devo proceder ao pagamento da contribuição sindical?

    – A guia é enviada para cada profissional. É pagável em qualquer banco, casa lotérica, Caixa Aqui. Em seguida, o profissional deve entregar o boleto comprovando o pagamento à sua empresa. Caso não pague individualmente, a empresa desconta automaticamente em folha de pagamento.

    16) Onde posso acessar a guia para recolhimento?

    – No site da Caixa Econômica e no site do seu Sindicato.

    17) Como posso fazer para ficar desobrigado do pagamento da Contribuição Sindical?

    – Dar baixa do registro no Conselho Profissional respectivo e apresentar a comprovação oficial ao seu sindicato.

  • Como imprimir sua CSU/2017

    Como imprimir sua CSU/2017

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  • Posse da nova Diretoria do SINODONTO-SE gestão 2016/2019

    Posse da nova Diretoria do SINODONTO-SE gestão 2016/2019

     

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    Em  solenidade festiva que contou com a presença de autoridades, colegas, familiares,  e dirigentes públicos e de entidades, foi empossada na última quinta feira (17) a nova diretoria do SINODONTO-SE

     

    A solenidade ocorreu no auditório do Hotel Aquários na orla de Atalaia.

     

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    A mesa solene contou com a presença do Presidente eleito Dr. Marcos Santana, vereador Dr. Emerson Costa, Dr. Hermógenes Meira, representando a FIO, Dra. Karina Santana presidente da ABOR-SE, Dr. Erickson Palma tesoureiro do CRO-SE, Dr. João Lima representando o Secretário de Saúde do Estado, Dr. Walter Noronha diretor do CAP, Dra. Guadalupe Ferreira representando a Coordenação de Odontologia da UNIT, Dra. Edna Cardoso representando a ASO-SE, Dra. Andreza Acioli representando o SINDMED e Dra. Gabriela Pereira representando o SEESE.

    posse-4O vereador Dr. Emerson, falou sobre a importância dos sindicatos que têm um papel relevante na sociedade já que as atividades não são meramente corporativistas e sim com um olhar para a sociedade.

     

    posse-16O presidente eleito, Dr. Marcos Santana, fez um resumido relato do que é a luta sindical conclamando a todos a união e trabalho para o fortalecimento da luta.

     

     

     

     

    posse-5Em  agradecimento, foram entregues Moções Honrosas aos diretores presentes que encerram seus mandatos com a última gestão, pelo trabalho e cooperação em prol da Odontologia.

     

     

     

     

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    Os dirigentes empossados receberam seus Termos de Posse dos componentes da mesa para que assumam oficialmente os cargos para os quais foram eleitos.

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    Encerrando a solenidade de posse foi promovido uma confraternização com um coquetel em momento de descontração, com a agradável presença de todos os colegas e convidados.

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  • CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE ARACAJU HOMENAGEIA O DIA DO CIRURGIÃO DENTISTA

    CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE ARACAJU HOMENAGEIA O DIA DO CIRURGIÃO DENTISTA

    Câmara Municipal de Vereadores de Aracaju, por requerimento do vereador Dr. Emerson Costa, homenageou a odontologia com uma Sessão Especial para discussão e debates sobre “– A VALORIZAÇÃO DO TRABALHO ODONTOLÓGICO.

    A sessão contou com a participação do SINODONTO-SE, Federação Interestadual dos Odontologistas (FIO), Representantes de gestores do Município e do Estado e de representantes de diversas instituições ligada a Odontologia no estado.

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    O presidente do SINODONTO-SE Dr. Marcos Santana, fez um pronunciamento bastante detalhado sobre a conjuntura atual do mercado de trabalho para a profissão cobrando ações concretas do poder público para mudar essa realidade hoje perversa de que o jovem brasileiro é o futuro do País quando estudante e um problema social ao formar-se.

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    O representante da Secretária de Saúde do Estado João Lima, fez seu pronunciamento destacando as ações desenvolvidas pelo SINODONTO-SE, entidade em que teve a honra de presidir, e parabenizou toda a categoria pelo dia comemorativo. Destacou as políticas de saúde do estado, manifestando disposição em somar-se às lutas da categoria.

     

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    Representando o Conselho Municipal de Saúde, a CD Lisandra Lima fez seu pronunciamento destacando a importância dos bons ocuparem os espaços para que os maus não os ocupem. Cobrou a equiparação das equipes de saúde bucal com as demais equipes e aumento das coberturas de procedimentos odontológicos.

     

    Seguiram-se de pronunciamentos de todos os presentes destacando o ex-presidente do SINODONTO-SE Dr. Augusto Tadeu, que citando a oração do Cirurgião Dentista no trecho referente a “Paciência de um Monge” ressaltou que essa paciência já não é tão grande assim para os descasos com a profissão e que os colegas estão acordando para a luta. O representante do Hospital de Cirurgia Dr. José Augusto que destacou a Odontologia Hospitalar e lamentou a ausência, com exceção do Dr. Emerson, de TODOS os vereadores da casa e de outras instituições da odontologia.

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    O vereador Dr. Emerson Costa manifestou-se em todas as intervenções conclamando a categoria à reflexão e a luta constante, e parafraseando o Platão citou que “aqueles que não gostam de política infelizmente serão governados por aqueles que gostam”.

    Finalizou informando que a ausência dos vereadores em parte deve-se ao fato de que dos vinte e quatro eleitos, dezesseis respondem a processos e desses, dez estão impedidos por força judicial de entrarem na Câmara. Com relação aos convites para a solenidade, leu a relação de todas as instituições e órgãos convidados.

    O SINODONTO-SE, como entidade de classe representativa dos Cirurgiões Dentistas, agradece mais uma vez o destaque do vereador Dr. Emerson Costa que em todos os anos do seu mandato, promoveu essa homenagem não só a Odontologia como as demais categorias da saúde.

  • ELEIÇÃO NO SINODONTO-SE

    ELEIÇÃO NO SINODONTO-SE

    Em clima democrático e descontraído realizou-se durante a última sexta feira , 30/09/2016, a eleição para a nova diretoria do SINODONTO-SE para o triênio 2016-2019. Não houveram votos brancos e nulos! Colegas sindicalizados e conscientes do seu papel na representatividade compareceram e disseram 100% SIM aos novos diretores mesclados entre colegas experientes e colegas com energia e grande vontade em participar e contribuir para o fortalecimento da categoria como classe reconhecida e respeitada. A Diretoria eleita agradece a todos que compareceram e prestigiaram essa festa democrática e também a aqueles que por razões diversas não puderam comparecer, mas que continuam da mesma forma sindicalizados e contando com a luta coletiva.

    “A luta com armas são bobas mas a luta com a inteligência é o instrumento da vitória.” (R.C.)

  • CIRURGIÕES DENTISTA MANTEM GREVE EM ARACAJU

    CIRURGIÕES DENTISTA MANTEM GREVE EM ARACAJU

    TRABALHADORES DA REDE MUNICIPAL DA SAÚDE EM ARACAJU CONTINUAM EM GREVE

    Em Assembléia, os Cirurgiões Dentistas, junto aos demais trabalhadores da saúde da Prefeitura Municipal de Aracaju ocorrida hoje, (sexta feira dia 03/06 ) pela manhã, decidiram manter a greve e realizar na segunda feira ( 06/06)  A PARTIR DAS 7:00 HORAS uma mega manifestação na porta do centro administrativo da PMA (Denominada FORRÓ DOS OPRIMIDOS) para provocar que aconteça negociação com a gestão da PMA sobre o reajuste salarial.

    Não esta descartada a ocupação da SECRETARIA DE SAÚDE se durante a próxima semana não houver negociação do reajuste salarial.

    Hoje haverá uma manifestação a tarde durante a inauguração de uma obra municipal na rotatória do bairro 13 de julho.

    NOVE SINDICATOS DA SAUDE COORDENAM O MOVIMENTO

  • PCCV de N. Sra. do Socorro

    PCCV de N. Sra. do Socorro

    NOVO PCCV DE N. SRa.  DO SOCORRO NEGOCIADO COM O SINODONTO-SE TRÁS GANHOS SIGNIFICATIVOS PARA OS CIRURGIÕES DENTISTAS DO MUNICÍPIO.

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    A aprovação do plano de cargos, carreiras e vencimentos (PCCV) de Nossa Senhora de  Socorro (SE), trouxe ganhos significativos para os servidores públicos municipais que além de terem finalmente efetivado um plano de carreira, receberam os seus salários de abril enquadrado na respectiva tabela, cumprindo negociação da gestão com o SINODONTO-SE e demais sindicatos da saúde (SINDSOCORRO e SEESE).

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    pccv_Socorro_3   O SINODONTO-SE teve efetiva e decisiva participação na negociação do plano, além de pleitear em todas as reuniões de negociação uma reposição salarial para a categoria diante das perdas acumuladas provenientes do aumento da inflação, independente do PCCV. No total, os Cirurgiões Dentista tiveram um ganho real em seus vencimentos efetivos de 0,6% (seis) para cada ano trabalhado, contados a partir da data de admissão através da aprovação em concurso público, e um pouco mais de 12% (doze) proveniente da reposição de perdas salariais (metade paga agora e a outra metade a ser paga em abril de 2017) incidindo um ganho significativo nos valores da insalubridade e do triênio.

     

     

    pccv_Socorro_2Essa é mais uma importante conquista do nosso sindicato em prol da classe odontológica, lutando sempre pela maior valorização e reconhecimento dessa relevante profissão, tão necessária para a melhoria dos indicadores de saúde da população, influenciando diretamente numa melhor qualidade de vida. A participação cada vez mais consciente dos colegas, incentiva o avanço nas diversas conquistas já conseguidas em outros municípios sempre no objetivo de uma odontologia respeitada, inclusiva e com melhorias para o atendimento da população assistida.

    CATEGORIA FORTE, SÓ COM PARTICIPAÇÃO!!!

     

     

    Cirurgiões dentistas da rede comentam os benefícios alcançados:

      Marcone Seabra  “A implementação do PCCV traz uma imensa satisfação a todos os servidores do município de Nossa Senhora do Socorro o que não seria possível sem o continuo dialogo entre o governo e os sindicatos, em especial ao SINODONTO na pessoa do seu presidente Marcos Santana e seus diretores que sempre se fizeram representar em todo o processo de construção do plano de carreira. Etapa vencida! Mas a luta não acabou.”

    Marcone Seabra

     

     

     

    Ana Carla

    “A implantação do PCCV foi um ato importante para a valorização e motivação dos servidores do município de Socorro. O aumento do vencimento efetivo e enquadramento de acordo com o tempo de serviço proporcionaram reajuste salarial. Outra possibilidade de progressão, através da titulação, beneficiará o servidor que busca a capacitação do seu trabalho e preza por uma assistência de qualidade à população que necessita dos serviços públicos municipais.”

    Ana Carla Assunção

  • CONTRIBUIÇÃO SINDICAL URBANA 2017

    CONTRIBUIÇÃO SINDICAL URBANA 2017

    Contribuição Sindical Urbana é um tributo, portanto de caráter  obrigatório conforme regulamentado no Capítulo III, artigos 578 a 609 da CLT, independente do profissional estar ou não, associado a sindicato.

    A quitação da Contribuição Sindical Urbana faz parte da regularização do registro para exercer a atividade, e o profissional que estiver em débito, pode ser impedido de exercer suas atividades profissionais, além de multa por parte do Ministério do Trabalho, em eventual fiscalização.

    Sem recursos financeiros não tem como uma entidade existir. Embora seus diretores não sejam remunerados, existem os custos fixos com aluguel, condomínio, energia, telefone, funcionários, etc. e os variáveis como deslocamentos, material gráfico, mídia, ações judiciais e tudo mais destinado ao funcionamento e desempenho das atividades sindicais.

    É muito importante a consciência política para o entendimento de que uma categoria sem sindicato não tem quem a represente nas lutas e reivindicações.

    Não se deve pagar apenas como uma obrigação! Deve-se pagar e participar, fortalecendo a ÚNICA ENTIDADE QUE PODE REPRESENTÁ-LO.

    A Contribuição mantém a estrutura sindical representativa: Sindicato, Federação e Confederação além de 20% destinados como Recursos Federais ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

    FACILIDADES PARA RECOLHIMENTO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL URBANA 2017

    Para não onerarmos ainda mais o colega, reduzimos ao mínimo necessário as despesas, que podem ser comprovadas em nossos balancetes mensais divulgados em redes sociais e em nosso site, e manteremos pelo sexto ano consecutivo, rigorosamente o mesmo valor sem qualquer correção  

    Além de estarmos enviando pelo correio a Guia de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana (GRCSU), a mesma poderá também ser impressa diretamente no site da CEF no endereço:

    https://sindical.caixa.gov.br/sitcs_internet/contribuinte/login/login.do

    (ATENÇÃO:   A CEF só aceita o INTERNET EXPLORER como navegador)

    O recolhimento em atraso, conforme Art. 6 da CLT, quando espontâneo, será acrescido da multa de 10% (dez por cento), nos 30 (trinta) primeiros dias, com o adicional de 2% (dois por cento) por mês subseqüente de atraso, além de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês e correção monetária, ficando, nesse caso, o infrator, isento de outra penalidade.

  • Para onde vai o Brasil Sorridente: SUS ou mercado?

    Para onde vai o Brasil Sorridente: SUS ou mercado?

    Para onde vai o Brasil Sorridente: SUS ou mercado? 

    A Federação Interestadual dos Odontologistas (FIO) lamenta a exoneração da Coordenadora Geral de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Rozângela Fernandes Camapum, que estava há apenas três meses no cargo e, repudia com veemência a forma como ocorreu. Com a recente mudança no comando do Ministério da Saúde, a troca na Coordenação tornou-se uma incógnita  diante dos rearranjos políticos em curso. As Entidades Odontológicas Nacionais buscavam a manutenção da competente cirurgiã-dentista, ex-presidente do SODF e da FIO  para dar continuidade  ao Brasil Sorridente e fazer as adequações necessárias, visto que são inegáveis os seus compromissos com a saúde bucal pública brasileira.

    Rozângela Camapum, desde que assumiu, vinha mantendo contato com as principais lideranças da Odontologia no país, a Academia, com os conselhos de secretários Estaduais e Municipais de saúde, com as coordenações estaduais de saúde bucal conclamando-os para trabalharem juntos pela saúde bucal brasileira, com prioridade para a equidade nas políticas já implementadas, reforçando as ações voltadas às populações vulneráveis e a continuidade da Política Nacional de Saúde Bucal por meio do programa Brasil Sorridente. Camapum buscava ampliar e promover os ajustes necessários ao programa, como a qualificação da atenção básica e da atenção especializada.

    Pela competência e dedicação demonstradas por Rozângela Camapum em toda a sua carreira profissional, sindical e na gestão, a FIO tem certeza de que seus objetivos seriam alcançados na Coordenação Geral de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, pois na sua concepção de trabalho, como gestora, compreende a importância da gestão coletiva. A interrupção do seu trabalho deixa a todos nós apreensivos com o futuro, principalmente do programa Brasil Sorridente, que integra o Sistema Único de Saúde e já apresenta resultados surpreendentes, apesar de ainda ter muito que avançar.

    As acomodações políticas promovidas pelo governo da presidente Dilma Rousseff pode ter graves consequências principalmente na saúde pública, setor tão importante para a população brasileira, mais ainda para aquela parcela com menos recursos. A FIO estará vigilante aos atos do novo coordenador geral de Saúde Bucal, Ademir Fratric Bacic, que atualmente exerce o cargo de Diretor Financeiro de um Plano Odontológico em São Paulo. Não compactuaremos com medidas que não tenha por objetivo trabalhar pela saúde pública e pelo crescimento e aperfeiçoamento do Brasil Sorridente. À nossa ótica, nos parece incompatíveis a sua função atual e a futura. Mas, a decisão dos acordos políticos assim definiu.

    A FIO, pelo seu compromisso histórico com a saúde bucal pública brasileira, estará vigilante e na luta para que não haja retrocessos na construção do ”Brasil Sorridente”. Conclamamos a todas as Entidades Odontológicas a somarem esforços nesse sentido.  Nos somamos, ainda, aos inúmeros batalhadores pelo SUS na preocupação com os possíveis rumos da Política Nacional de Saúde Bucal decorrentes dessa mudança. Precisamos estar de mãos dadas. Porém, não nos furtaremos em estar na linha de frente pela continuidade e fortalecimento dessa política.

    Brasília-DF, 17 de novembro de 2015.

    José Ferreira Campos Sobrinho
    Presidente